sexta-feira, 3 de junho de 2011

Coração acelerado tirando a sibultramina, para mim é felicidade!


como é bom experimentar algo novo! uma culinária, um lugar desconhecido, uma música, uma roupa nova, um primeiro dia de aula, ou um filme em cartaz no cinema. Pra tudo(ou quase tudo) existe uma definição dos nossos sentimentos, uma explicação que esclareça e nos faça compreender das razões para aquilo, mas confesso, existem momentos que não são possíveis enquadrarmos em fotografias, que as palavras por si não expressam com profundidade o que verdadeiramente sentimos.
Deve ser por isso que existe a palavra inexplicável.
Exemplos disso? O Nascimento de um filho, a paisagem de uma praia, rever alguém que mora longe da gente, presentes inesperados, sensações que músicas nos causam e até mesmo lembranças que músicas nos causam. Pra mim isso e muitas outras situações que eu poderia citar por aqui, são situações de emoção, algo que se colocasse em palavras para obter alguma definição, seria injustiça!simplesmente porque vão além das palavras.
Ontem quando fui ao show do Jack Johnson, e vi algumas meninas serem carregadas desmaiadas para fora do grande espetáculo, as razões delas eu não soube, mas a minha só não veio as vias de fato como a delas, pq o coração parecia querer pular para fora do blusão. Sim, inédito, inusitado, emoção pura. Foi como resgatar momentos exclusivos de anos acompanhada pelo som do astro, e que pude sentí-los ali, tudo de novo. Lembrei de praias com a galera, de viagens longas com Jack Johnson nos ouvidos, lembrei do meu irmão e das conversas que tinha com ele imaginando quando seria a vez(e se haveria a vez) de ver a personalidade ao vivo. Início de namoro, letras de músicas que se encaixaram perfeitamente diante de momentos por tantas as vezes. Minhas visitas ao site para acompanhar turnê, entender do artista, e regar esse sentimento sempre vivo em mim.
Lágrimas tímidas caiam sem controle enquanto eu tentava era controlar a avalanche de sensações inesquecíveis dentro de mim.
Inexplicável- agradeço por existir a palavra certa!e que embora sem encontrar a explicação, consigo sentir exatamente o que quer me dizer.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

paciência.


Sei lá o que me dá, se é medo do futuro, preguiça de regar nosso convívio ou alguma crise existencial que vaivém. As vezes o que eu preciso é ficar só. Para tentar ouvir as dezenas de sinais que ecoam dentro de mim. Não pense que é por falta de amor, de desejo, mas às vezes é difícil aceitar o mundo tão complicado, hostil e impressionante. Mas vai ver que a gente se inventou pra sobreviver nesse tempo errado, onde só nós dois somos os certos.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Pensando um pouco.


Hoje me dei conta, e percebi que ainda ouço Sandy- e me sinto tão bem com isso. Que ainda prefiro os textos da Martha Medeiros do que os cronistas que estão em alta atualmente. Que ainda uso na mão esquerda o anel que ganhei do meu avô nos 15 anos e que sigo achando ele bonito em ouro branco e não mudei este conceito mediante aos anos e a moda. Que ainda tenho medo dos cachorros nas ruas quando ando de noite sozinha. Eu ainda como spaghetti com catchup desde os meus 7 anos. Que a idade veio mas eu não consegui me adaptar aos vinhos no inverno. Me dei conta que eu uso talco p/dormir desde que eu nasci. Que a rotina da minha casa há 10 anos é em torno da Mel e da Vida, e fazem 10 anos que eu ouço que elas-e eu, são os bebês da casa. Me dei conta que sempre fui relacionada a tecnologia, que sempre gostei de ter telefones bacanas e leio sobre as novidades no mundo. Me dei conta que ainda escrevo, que ainda dedico tempo para isso, que ainda preciso da escrita para me comunicar e que eu gosto disso desde quando participava de concursos literários no colégio, e publicavam meus textos anualmente no livro da escola. Que meu pai não muda o repertório das músicas que ele cantarola pela casa, e faz tempo.

As mudanças passam pela gente, a rotina muda muita coisa, é fato. Mas eu confio em tudo que eu carrego, e sei que o que é importante em mim nunca vai se perder, porque tudo que é próprio e exclusivo nosso procede em nós.


OBS especial:: feliz vida Amandinha, parabéns pelo teu aniversário!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

tnks maria!

deixa estar
que o que fora para ser
VIGORA !

-obrigada pelas palavras tão oportunas Gadú!

terça-feira, 3 de maio de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

sobre o tempo,é!

quando se é criança, até tempo para diário as meninas tinham(ou ainda tem,será?). Mas depois que o tempo passa, um bilhete anotado junto ao celular para nos lembrar das compras no mercado- quando acontece, é milagre.
Me impressiona como o tempo passa, quando levantei da minhas mesa hoje no trabalho o relógio marcava 16:45, no entanto só lembro de ter sentado às 13:10. Os dias passam pela gente, e se duvidar só vamos "vê-los" quando algo acontecer: bum! É DIA DAS MÃES= mas Maio?JÁ ? se recentemente foi a páscoa! (..)

Independente disso, carrego comigo duas coisas: a organização e a paciência.
Não quero levar um susto quando me deparar com os temidos 25 anos, e só me dar conta quando tiver que encomendar da Natura o chronos para minha idade. Quero viver, e viver bem todos os meus dias, sentir prazer nas atividades que realizo, dedicar tempo para as minhas amigas que fazem a diferença para mim, porque essas me tem no tempo que for.
Por mais que o tempo passe, sigo acreditando junto com a fernanda takai:
"tempo amigo, seja legal, conto contigo, pela madrugada, só me derrube no final".

ps:: blog ativado!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Fotógrafo- Kevin Carter


Esta foto trouxe a fama mundial a Kevin Carter , fotógrafo sul-africano, concedendo-lhe o prêmio Pullitzer de 1994 para melhor fotografia.

Carter tirou a fotografia no Sudão, quando lá foi fotografar a imensa tragédia da fome causada pela guerra civil.

Nas planícies desérticas Carter deparou-se com uma menina, que rastejava em direcção a um distante posto de alimentação, enquanto era observada por um abutre.

Kevin tirou a foto genial, enxotou o abutre e partiu junto com outros jornalistas em busca de outras fotos.

Não se sabe o que aconteceu à menina, abandonada à sua sorte, mas julgando pela sua condição e sabendo que milhares morreram à fome no Sudão naquela altura, não é difícil imaginar o seu destino..

O posterior peso na consciência, aumentado pela popularidade trazida pela imagem e pela curiosidade mundial em saber o "porquê" da escolha de ser observador e não salvador, provou ser pesado demais para Kevin Carter, e ele cometeu suicídio.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Na Tailândia

(09h37) Ela vestia calça jeans, dessas justas até o tornozelo. Calçava um all star branco(quase nude), e uma camiseta de algodão que aparecia o ombro esquerdo. O cabelo estava preso, brincos de pérola e no antebraço uma bolsa amarela, dessas de se usar na mão. Conhecendo a cidade, visualizando todas as paisagens através de um óculos escuro, ela cantarolava baixinho músicas em japonês. Poliglota ela. Fotografando tudo que seus olhos alcançavam, numa brisa leve que balançava seu cabelo, ela refletia sobre a vida, sobre a família, e sobre o lugar. Já disse o lugar? Estamos falando de BANGKOK, capital da Tailândia. Os telhados coloridos em verde, vermelho e dourado, davam um ar de alegria que ela tinha que conter vendo todas aquelas pinturas que dominavam seus olhos, lugares representando as histórias de Buda, e todos os detalhes da cidade estimulavam infindáveis cliques na máquina fotográfica. Sozinha, mas rodeada de tantas novidades, a vontade que se tinha era de puxar qualquer cidadão que ali passava e dizer: Tu também vê isso ?
Maravilha!
E o passeio findava num pôr do sol, segurando uma casquinha de sorvete assistindo as pessoas que ali passavam e contemplavam a cidade de Bangkok, que apesar de caótica, a cidade preserva um ar de paz budista, e de certa forma contagia todos que carregam uma alma religiosa.
Antes que a lua viesse substituir seu cenário, ela se dirigiu a um dos templos mais espiritualizados da cidade, e sozinha foi fazer seus pedidos mais particulares. Entrando no templo Wat Phra Dhat , foi circulando entre colunas douradas imensas, com detalhes brilhantes muito bem esculpidos, que ela encontrou o Buda todo feito em esmeralda e ajoelhou-se imediatamente entre os demais que ali estavam. Ao fundo ecoavam rezas vindo de outros salões. Seu coração batia tão acelerado de emoção por estar ali, exatamente ali, que ela temia chamarem sua atenção pelo barulho interno que acontecia. Ela deu início a sua reza com o universal "sinal da cruz", e foi então que existiu uma infinita e bonita entrega, de corpo e alma, entre ela e o momento... Amém!(19h04)

quarta-feira, 2 de março de 2011

A História das coisas

Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.

http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E